quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Essa tal felicidade.

Outro dia  assisti um programa que o tema era "felicidade". Muitas opiniões foram dadas a respeito do que era a tal felicidade e como chegar até ela.
Uma coisa é certa, todas as respostas mostravam um só caminho a família. Foi perguntado a uma monja   budísta, ela disse que era a meditação e estar junto dos seus, para um psicólogo, era receber um telefonema no meio do dia de trabalho de seus filhos, para um escritor , estar junto do filho aos finais de semana, para um artísta depressivo os medicamentos que lhe davam o suporte para a boa convivência no lar,e assim seguiu o programa, com varias respostas sobre o tema "felicidade".
A família claro que é algo que nos traz felicidade, é o aconchego, e o carinho é o amor. Mas ser feliz independe do outro, ser feliz é algo dentro de cada um de nós;esperar do outro chama-se carência.
As pessoas devem se completar só isso, não viver em função da felicidade dos outros. O "ter" para muitos também pode ser sinônimo de felicidade, claro dinheiro ajuda principalmente em uma sociedade capitalista como a que vivemos, entretanto ele não é garantia para absolutamente nada, talvez seja o ponto de interrogação para muita gente que pode até pensar:"gosta de mim pelo que eu sou, ou pelo que tenho e posso proporcionar?", certeza nunca terá.
A felicidade não é uma constante são momentos, muitas vezes donos de uma simplicidade que emociona e passageiros. E na realidade a felicidade é a procura, e buscamos incessantemente alcança-la e corremos atrás dela a vida toda. Viver momentos felizes não significa te-la sob controle. Todavia a procura pode ser curta, talvez dependa unica e exclusivamente de um mergulho profundo dentro de cada um de nós, o encontro dessa tal felicidade.

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