sábado, 27 de abril de 2013

Precisamos urgente de um remédio.


O corpo da dentista Cinthya Magaly Moutinho de Souza, de 47 anos, morta queimada em São Bernardo do Campo , no ABC, na quinta-feira (25), foi velado, nesta sexta-feira (26), no Cemitério da Vila Euclides. Por causa das condições do corpo, o velório ocorreu com o caixão lacrado.
De acordo com funcionários do cemitério, o enterro está previsto para ocorreu às 13h. Pouco antes das 10h, um padre esteve no velório para a realização das exéquias.
Cinthya morreu queimada após assalto a seu consultório, que funcionava na Rua Copacabana. Segundo a Polícia Militar, um trio invadiu o estabelecimento por volta das 12h30 de quinta-feira e anunciou o roubo. Como eles não encontraram dinheiro, a dentista entregou o cartão bancário e a senha. Os ladrões, então, sacaram R$ 30 num caixa eletrônico, enquanto um outro continuava no consultório com a dentista e uma paciente como reféns. Depois, os criminosos voltaram, atearam fogo na dentista e fugiram em um carro. Um quarto assaltante aguardava os outros em um Audi estacionado perto do consultório.

A cada dia ficamos mais perplexos tomados por notícias de mortes ocasionadas de forma  torpe .
O assassinato da dentista Magali, foi praticado com requintes de crueldade,  pelo simples motivo de não ter dinheiro que suprissem as expectativas dos bandidos, e foi castigada por isso, queimada viva. Eles decretaram a sentença de uma pessoa que nem conheciam.
O que está acontecendo com o mundo, com valores, com a ética, com o caráter. Porque aparentemente pelo menos um dos bandidos não teriam motivo para seguir por esse caminho, e o mais impressionante  praticava os delitos com o carro da mãe, tem endereço certo, e a mãe reconheceu e denunciou, atitude louvável diga-se de passagem.
O mundo está recheado destes enviados do caos, que causam dor e sofrimento para inocentes que cometeram o grande pecado de não ter dinheiro suficiente.
Essa é a nossa realidade,  quando estamos em nosso lar ficamos alertas com a sensação que a qualquer momento entrará alguém e nos fará refém,  na rua permanentemente assustados porque o bandido pode vir a pé, bicicleta, moto ou de Audi, quem dorme com um barulho desse?
Enfim, mais uma família que chora, enterra seu morto, e a sociedade pede desesperadamente soluções.  Precisamos de reformas nas leis que punam com vigor e severidade.  O poder público deve ficar alerta,  porque se tinham um pouco de credibilidade, isso está indo com rapidez pelo ralo.


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