quinta-feira, 11 de abril de 2013

Vivemos em um mundo doente


Um adolescente de 17 anos seria o responsável pelo assassinato do estudante Victor Hugo Deppman, de 19 anos, ocorrido ontem à noite, a 200 metros do metro Belém, na zona leste de São Paulo. O acusado foi identificado às 11 horas de hoje. A Polícia Civil tentou capturá-lo na Favela Nelson Cruz, próxima de onde ocorreu o crime, mas o suspeito fugiu quando os policiais chegaram em sua casa. Em seguida, o adolescente telefonou para a mãe e, com ela, apresentou-se à unidade da Fundação Casa, na Rua Piratininga, no Brás, na zona leste. Ele já havia sido apreendido anteriormente sob a acusação de ter praticado outro roubo.
Imagens gravadas por um sistema de vídeo na rua em que o estudante morava mostram que Victor Hugo foi morto com um tiro à queima-roupa disparado pelo acusado. A vítima foi abordada pelo bandido, que puxou as alças da mochila do estudante sem, no entanto, conseguir retirá-la. Exigiu então o celular de Victor Hugo, que o entregou sem reagir. Mesmo assim, o assaltante atirou em sua cabeça, fugindo em seguida.

Vivemos em um mundo doente
O assassinato do estudante de rádio e Tv  Victor  Hugo é mais um dentre tantos que ocorrem todos os dias em SP, alguns tem a sorte de sair ilesos apenas perdendo um tênis, celular dinheiro. Outras famílias não tem a mesma sorte e  no dia seguinte enterram seus filhos, maridos , pais, sem saber o por quê, que as coisas são assim. E por mais que tentarmos compreender talvez não consigamos nunca chegar a um senso comum.
Uns defendem a pena reduzida para 16 anos, outros a pena de morte, prisão perpétua. Mas raramente vejo pessoas falando em educação.
Talvez esse seja o caminho, para o futuro. Entretanto precisamos de imediatismos, precisamos criar uma postura que cobre providências , porque o medo assola todos que circulam pelos grandes centros assim como nas periferias. Vivemos em um mundo que somos reféns do acaso e do incerto. Vivemos olhando para os lados plantando desconfiança, porque bandido hoje não tem cara e nem crachá.
Vivemos em um mundo doente que necessita de cura
Que remédio será? Que remédio terá?


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